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Autoridades destacam a importância do seguro para o desenvolvimento do País na abertura da 8ª CONSEGURO

20/9/2017 - CNseg

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Evento contou, na manhã do primeiro dia, com mais de 700 participantes

“Ouso afirmar que a nova fronteira civilizatória brasileira terá, como paradigma, uma maior inclusão social apoiada pelo seguro”, afirmou o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, na abertura da 8ª CONSEGURO, neste terça-feira, dia 19, no Rio de Janeiro, para um auditório lotado com mais de 700 pessoas.

Seguro que, segundo ele, tem muito a contribuir para a retomada do crescimento brasileiro, tanto pela proteção que proporciona a vida e patrimônio, como pela desoneração que isso gera ao Governo e, também, pelo seu 1 trilhão em ativos financeiros, que são a maior pupança institucional do País e que tanto pode ajudar no financiamento da dívida púbica brasileira.

Mas, para isso, afirmou Coriolano, é preciso que esse sistema de seguros que, por sua natureza, trata do progresso e da solidariedade, seja melhor compreendido pela sociedade e mais apoiado pelo Governo por meio de políticas mais acertivas.

Afirmando haver um alinhamento de interesses muito grande entre as ações do Ministério da Fazenda, do Governo e do setor segurador”, o secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, disse, “apesar do seu enorme potencial de crescimento, (setor segurador) depende de uma adequada regulamentação”.

Pronunciando-se logo após o presidente da CNseg, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, lembrou da readequação de contratos que teve que empreender quando assumiu o Ministério, mas que, agora, já planejam como avançar. E, nessa perspectiva, afirmou considerar o seguro garantia como um muito promissor mercado. Por isso, inclusive, já organizaram um grupo de trabalho para tratar da viabilidade da utilização do seguro em todas as obras do Ministério das Cidades, começando pelo Minha Casa, MInha Vida e extendendo-se pelas obras de saneamento, contenção de encostas e demais.

E destacando a importância do seguro, afirmou não haver país que tenha se desenvolvido sem contar com o apoio do setor segurador e sem que este tivesse uma expressiva participação no PIB.

Também presente à abertura, ministro da Saúde, Ricardo Barros, lembrou dos desafios que enfrenta à frente da pasta. Entre estes, o de tentar resolver a contradição entre universalidade e integralidade na saúde pública, que conta com investidores (a sociedade) com limitada capacidade de financiamento. Já em relação à saúde privada, afirmou que a integralidade não se aplica a esta, mas que a atual regulação faz com que o usuário ou ande de mercedes ou ande a pé, sem alternativas a um ou outro. “Isso está errado. O consumidor precisa ter o direito de escolher”, disse, concluindo sua fala.

“Existe um alinhamento de interesses muito grande entre as ações do Ministério da Fazenda, o Governo e o setor segurador”, afirmou o secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, que apresentou-se em seguida. Setor que, “apesar do seu enorme potencial de crescimento, depende de uma adequada regulamentação”.

Para isso, entretanto, disse, é fundamental que este setor seja ouvido e, assim, se possa construir um relacionamento transparente, que possa avançar, dentro do possível.

O ministro disse também que o ministério busca incentivar o desenvolvimento de novos produtos de seguro, sem esquecer, entretanto, das questões prudenciais e as relacionadas à proteção dos consumidores.

Em relação à reforma da Previdência, considerou-a “absolutmente fundamental” pelo ponto de vista fiscal, mas que também trará enormes possibilidades para o mercado segurador.

O vice-governador do Estado do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, foi o último a ter a palavra no paine de abertura, ressaltando, como os demais, a importância do seguro e que, sem esta, “a economia simplesmente pararia”.

Estiveram também presentes à mesa de abertura da 8ª CONSEGURO o presidente da FenaPrevi, Edson Franco; o presidente da FenSeg, João Franciso; o diretor da ANS, Leandro Fonseca; o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz, e o presidente da FenaCap, Marco Barros.