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Ser previdente está longe da realidade da maioria dos brasileiros

29/8/2017 - O GLOBO

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Estudo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon revela que apenas um quinto da população do país tem planos formais para garantir o seu futuro

Profissional liberal, Ana Luiza optou pelo plano de previdência e o seguro de invalidez para não ficar desprotegida – Eduardo Uzal

Em tempos de discussão sobre o destino da Previdência no Brasil, ter um comportamento financeiro cuidadoso pode fazer a diferença. Isso, porém, não tem acontecido no país, segundo a Pesquisa de Preparo para a Aposentadoria, elaborada pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon em parceria com outros dois centros de pesquisa da Aegon. O relatório afirma que o brasileiro ficou menos preparado para a aposentadoria no último ano, com apenas 16% das pessoas poupando para o futuro. Isto é um reflexo da crise econômica pela qual passa o país nos últimos anos.

Embora mais da metade dos brasileiros se sinta responsável por garantir a própria renda na aposentadoria, somente 21% da população possui planos de constituição de reserva financeira. O estudo ainda revela que as pessoas esperam que a maior parte do dinheiro da sua aposentadoria venha da Previdência Social.

Segurança em várias fases da vida

A possibilidade de Reforma na Seguridade Social e o aumento da população idosa no Brasil tem feito com que o brasileiro reflita mais sobre a segurança. Para o superintendente de Marketing da Mongeral Aegon, Leonardo Lourenço, é preciso estar preparado para todas as fases da vida.

– Isso é mais amplo do que simplesmente poupar para a aposentadoria ou estar preparado para incidentes. Quando você faz um planejamento deve considerar todas as perspectivas e pensar na realidade do país. O futuro da previdência no Brasil deverá ser diferente do presente, considerando a maior longevidade da população e a recuperação da economia em médio e longo prazo. Com isso, é necessário pensar cada vez mais em garantir um amanhã tranquilo — explica Leonardo.

Com 25 anos de idade, a dentista Ana Luiza Réga optou pelo plano de previdência e o seguro de invalidez da Mongeral Aegon, para ter reservas no futuro, e estar pronta no caso de uma necessidade imediata.

— Sou profissional liberal e se eu não tiver uma cobertura, fico desprotegida. A previdência privada é uma segurança a mais sem precisar gastar muito. Eu comecei cedo, pago pouco e vou ter um retorno muito maior lá na frente. É um dinheiro que você nem sente falta, paga sem perceber, mas que faz muita diferença — conta Ana Luiza.

Previdência vai além da aposentadoria

Para Leonardo Lourenço, há diversos pontos positivos de incluir o seguro de vida e a previdência nas contas mensais, como um futuro mais confortável, estabilidade ao longo da vida e proteção para beneficiários, e com preços relativamente baixos.

Leonardo Lourenço: “É preciso estar preparado para todas as fases da vida” – Reginaldo Pimenta

— Com exames, perguntas e análises de estilo de vida é possível encontrar planos adequados para cada caso, que podem cobrir a maior parte dos acidentes e perdas de patrimônio ou até soluções que protejam pontos mais específicos. O pacote de uma pessoa solteira é diferente do plano de um casal com filhos — exemplifica Leonardo.

Ser previdente vai muito além da aposentadoria. Há seguros para imprevistos em todas as fases da vida, como os três riscos sociais a que todos estão expostos: viver mais do que as suas reservas financeiras; invalidez, incluindo aí também doenças graves; e a própria morte. Leonardo ressalta que há motivos diferentes para cada um começar a ser previdente:

— Parte dos clientes da Mongeral Aegon está no perfil da família de um casal e dois filhos, mas existem outros perfis. As pessoas, em geral, pensam em planos para acidentes e em fontes de renda para quando pararem de trabalhar. E isso é calibrado de acordo com as necessidades de cada um. Alguns precisam de cobertura para imprevistos de trabalho, enquanto outros buscam seguro para invalidez por motivos específicos. O foco é sempre mais segurança e menos vulnerabilidade financeira.

A pesquisa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon também surpreendeu com os resultados sobre a relação entre saúde e renda. Segundo o estudo, as pessoas mais saudáveis têm maior consciência da necessidade de poupar recursos para o futuro. Para o advogado Fábio Lobo, cliente da Mongeral Aegon, ter saúde na aposentadoria é tão importante quanto o preparo financeiro.

— Eu não quis contar apenas com o INSS, então resolvi pagar um preço mensal de previdência privada, seguro invalidez e morte. Assim minha família fica coberta em quase todas as situações de risco. Isso me dá mais segurança para o futuro e tranquilidade no presente. Se algo ocorrer comigo, por exemplo, sei que terei determinado período de salário base — explica Fábio.

Casada com Fábio, a cirurgiã dentista Andrezza Marques Lobo pretende reduzir o ritmo de trabalho durante a aposentadoria e afirma que o pacote de seguros é uma maneira inteligente de planejar os sonhos:

— Espero que as pessoas não fiquem presas a um só tipo de contribuição tradicional, mas que pensem em outras maneiras de garantir uma vida tranquila daqui a algumas décadas, com mais viagens e menos trabalho.

Dicas para quem quer começar a planejar o seu futuro

Investir na previdência privada, de acordo com Leonardo Lourenço, garante uma proteção maior ao trabalhador. Para ele, são duas as principais recomendações: começar o quanto antes e escolher o tipo de seguro ideal.

— O primeiro passo é saber onde a pessoa se encontra financeiramente e em que lugar pretende chegar. Antes de comprar, é preciso olhar para renda, projetos e compromissos já assumidos. Com os dados, é possível criar um plano que caiba no seu bolso e no estilo de vida. O tempo também é um grande aliado. Começar a previdência o quanto antes, mesmo que em pequenas doses, é uma dica importante. Um bom exemplo é uma pessoa de 20 anos que escolhe investir R$ 100 por mês. Isso vai fazer muita diferença anos mais tarde — conclui Leonardo.