Mídias Sociais

  • Curta no Facebook!
  • Siga-nos no Twitter!

 

 

Empresas Coligadas

 

 

 

Notícias

 

Indicadores positivos

28/8/2017 - A Gazeta

Compartilhe:

 

Comércio com o exterior cresce, produção das indústrias aumenta, varejo vende mais. A recuperação da economia avança no Estado

A esta altura do ano, o Espírito Santo vive a sensação de que o processo de recuperação de sua economia pode ser consolidado, em algumas áreas, até o final de 2017. A não ser que o cenário político nacional volte a ser impactado, criando ou aumentando barreiras ao crescimento.

O Estado foi abalado em 2016, pelo estonteante recuo de 12,2% no seu Produto Interno Bruto (PIB). Portanto, é longo o caminho de volta ao nível anterior. Mas, está conseguindo avançar.

O comércio exterior, forte vocação capixaba, vai indo bem. O impulso de 26% nas exportações e de 21% nas importações neste ano, até agora, contribuíram para expandir em 4,5% a produção industrial no Estado.

Embora o desempenho das fábricas apresentem uma média puxada por poucos setores, os efeitos são positivos para a economia como um todo. Espalham-se por outros vieses. No comércio, o ramo varejista registrou alta de 5,4% nas vendas do primeiro semestre. Já o volume de serviços contratados às empresas locais subiu 4,6% em junho, na comparação com maio. Essa cadeia de resultados também reflete ambiente macroeconômico mais saudável, em função da queda expressiva da inflação e do recuo das taxas de juros, fatores que favorecem o consumo.

O desemprego começa a diminuir no Estado, mas ainda é muito preocupante. Dados do IBGE apontam que de abril a junho 12 mil trabalhadores conseguiram vagas. O número de ociosos, foi reduzido de 294 mil para 282 mil. O quadro ficou apenas um pouco menos triste.

A ampliação do investimento da iniciativa privada é a única condição capaz de fazer o Espírito Santo e o país voltarem aos níveis de dinamismo anteriores à recessão. O principal entrave é a crise fiscal. Uma reforma razoável na Previdência daria mellhores perspectivas às contas públicas e injetaria confiança no país.