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Superintendente da Susep apresenta novidades em almoço do CVG-SP

14/7/2017 - CQCS | Ivan Netto

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O superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, foi o convidado da edição deste mês do almoço do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP). O evento aconteceu nesta quinta-feira (13/7), no Terraço Itália, em São Paulo, e contou com as presenças de diversos líderes do mercado de segurados, como o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, o presidente da FenaPrevi, Edson Franco, o presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, o presidente do Sindseg-SP, Mauro César Batista, e o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Em apresentação muito bem-humorada, Mendanha fez um balanço do seu primeiro ano à frente da autarquia e falou sobre o andamento de projetos importantes, como o Universal Life. “A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou a formatação do produto. Não é o modelo ideal que gostaríamos de aprovar, mas foi o possível”, comentou o dirigente, que também abordou temas como as mudanças no PGBL e no VGBL, as novas regras para capitalização e o recadastramento dos Corretores de Seguros O superintendente da Susep destacou ainda que o eixo da atuação da autarquia está dividido em três pilares: fomentação da indústria, busca de eficiência e aperfeiçoamento da supervisão. “Basicamente estamos buscando criar um ambiente favorável para o desenvolvimento das operações, desburocratizar os processos internos e externos para promover maior celeridade e eficiência nas relações com os supervisionados e uma supervisão alinhada às melhores práticas internacionais, de modo a manter um ambiente seguro, estável e previsível”

Anfitrião do encontro, o presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, falou sobre o momento dos seguros de pessoas e agradeceu a presença de Joaquim Mendanha no almoço do CVG-SP. “Foi uma honra receber o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, no nosso almoço. Os seguros pessoais estão bastante fortes e, apesar do cenário econômico, estamos conseguindo crescer”, disse o Clube Vida em Grupo São Paulo, que concluiu em seguida: “Nós, da diretoria, ficamos muito felizes cada vez que conseguimos trazer profissionais que podem contribuem e ajudam os nossos associados com informações sobre o mercado”. Confira as fotos da edição de julho do almoço do CVG-SP.

O pedido de indenização, datado de 15 de janeiro do ano de 2012, foi formulado administrativamente, em tese, por uma pessoa de nome de E.C. para cobertura da invalidez a ele ocasionada, em acidente ocorrido no dia 17 de maio de 2009, no município de Peixoto de Azevedo (691 km ao Norte).

Em auditoria realizada a pedido da Seguradora Líder, foi comprovado que o boletim de ocorrência do acidente de trânsito foi fraudado, pois não estava assentado no Batalhão da PM de Peixoto de Azevedo, muito menos o soldado que assinava, sendo que este nunca teria pertencido ao quadro ao efetivo do Batalhão.

Os estelionatários também fraudaram a Declaração Negativa de Atendimento Médico Hospitalar, expedida em 28 de maio de 2013, pelo Hospital Municipal de Peixoto de Azevedo, sendo que o documento não constava no sistema de informação da unidade hospitalar, conforme atestou o hospital, afirmando que também não constava o prontuário médico de entrada e permanência do paciente.

O médico que assina o laudo também não fazia parte corpo clínico daquela unidade de saúde. O hospital ainda informou que os documentos expedidos e juntados ao pleito ao sistema indenizatório por invalidez estavam fora dos padrões gráficos utilizados pelo hospital e nem apresentavam numeração de prontuário ou AIH (Autorização de Internação Hospitalar).

Outro ponto da fraude se referia à agência bancária para pagamento da indenização, que estava localizada em Município desvinculado de onde o acidente teria ocorrido e da cidade de residência da vítima.

Nesse caso, os estelionatários conseguiram receber o pagamento da indenização, por meio de falsificação de documentos que induziram a erro a Seguradora, ficando também evidenciado que a atuação da quadrilha é bastante intensa e não está restrita aos limites de Cuiabá.

Os inquéritos já foram concluídos e os suspeitos denunciados pelo Ministério Público Estadual, tendo sido iniciada o processo judicial pelas comarcas pelas 6ª e 4ª Varas Criminais da Capital.